Enriqueçamos para o bem de todos

como-investir-dinheiro01A crescente educação financeira que vem abraçando a classe média ainda concentra seus esforços em reduzir dívidas, escolher melhor os financiamentos e reduzir gastos supérfluos – isso é previsível, já que passam por aí as principais decisões financeiras da classe média brasileira. Mas ainda pouco se discute sobre ambição, enriquecimento e independência financeira. Falar sobre enriquecimento ainda é tabu em nossa cultura. Seria bom mudar isso. Ao buscar sua riqueza e, principalmente, compartilhar com pessoas próximas seus objetivos, você estará não só encurtando o trajeto para alcançá-los como também estará contribuindo para a riqueza de muitas outras pessoas.

Colocando em prática um plano de investimentos, o primeiro efeito será a formação de uma poupança crescente em seu banco ou em qualquer outro investimento. Quanto mais recursos um banco tiver nas contas de seus clientes, mais fundos terá para emprestar a empreendedores. Quanto mais poupança, menores serão os juros, pois dinheiro abundante fica mais barato. E a conclusão é que, quanto mais os empreendedores de um país investem em seus negócios, mais empregos geram e mais riqueza se multiplica. A aparentemente egoística atitude de enriquecer multiplica seus efeitos em uma sociedade.

No fundo, um país nunca será rico enquanto seus cidadãos não resolverem enriquecer. Pense um pouco mais em você, no futuro de sua família. Pense nas consequências de negligenciar seu futuro. Nas consequências de ser demasiadamente generoso consigo ou com terceiros hoje, comprometendo no futuro sua capacidade de doar e também de viver. O mesmo vale para as relações de trabalho. Há uma ilusão generalizada criada pelo mundo corporativo, capaz de induzir o trabalhador a acreditar que ele dedica anos e anos de sua vida a uma suposta causa “de mercado”.

O profissional moderno trabalha hoje pela carreira, pelo mercado, mas esquece que os maiores interessados em seu sucesso não são seu empregador nem esse “mercado”, mas sim sua família. As pessoas que mais querem o bem do trabalhador abrem mão de sua companhia, de seu papel de pai ou mãe, marido ou esposa, para que se possa ganhar o pão de cada dia. A ilusão está no fato de o trabalhador ser induzido a acreditar que a empresa é mais importante que ele mesmo. Seria uma atitude muito egoística reconhecer que trabalhamos e ganhamos apenas pelo fato de estarmos enriquecendo os donos das empresas?

Reflita: as empresas não pagam salários por caridade ou generosidade. Pagarão nossos salários enquanto formos capazes de aumentar seus lucros e, quanto mais contribuirmos para esse aumento, mais seremos recompensados.

Essa visão aparentemente egoística das relações de trabalho é, na verdade, uma visão justa e promotora do enriquecimento. Cada empresário deveria procurar meios de conscientizar seus colaboradores de que o papel do trabalhador nas empresas é aumentar os lucros dos acionistas. Não há nada de errado ou feio nisso. É justo, pois o acionista, antes de mais nada, é aquele que soube reservar parte de sua riqueza e então colocá-la para trabalhar, contando com terceiros -seus colaboradores- para ter sucesso nessa tarefa.

Uma provável consequência desse desenvolvimento da consciência coletiva seria a inspiração para que cada colaborador pensasse um pouco mais em seu futuro, reservando parte daquela recompensa para formar uma boa poupança e, um dia, montar sua própria empresa -com outros colaboradores trabalhando para multiplicar seu capital.

Uma sociedade com crescimento saudável passa, portanto, pela necessidade de enriquecimento de cada uma de suas partes. Se as atuais famílias ricas entesourarem seus conhecimentos sobre riqueza, estarão, no mínimo, fadadas à estagnação de seu patrimônio. Valorizar o enriquecimento dos indivíduos é garantir que os negócios de nossos netos continuem prosperando.

Publicado em 30/01/2012
Gustavo Cerbasi – Folhapress

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